Impacto de uma carteira previdenciária de ações baseadas em empresas de Setor Besst
Resumo
Este estudo avalia a viabilidade e a sustentabilidade de uma carteira previdenciária composta por ações de empresas dos setores BESST (Bancos, Energia, Seguros, Saneamento e Telecomunicações), no período 2015–2024. Adota-se abordagem quantitativa e descritiva, com análise fundamentalista (Lucro por Ação – LPA, Dividend Yield – DY e Margem Líquida) e procedimentos estatísticos (teste t, nível de significância α = 0,05), além de simulação de investimento comparativa frente a estratégias de referência previdenciária. Os resultados indicam que a carteira BESST apresenta desempenho superior em métricas de retorno e estabilidade relativa (com destaque para Energia e Bancos), reforçando a atratividade para poupança de longo prazo e geração de renda recorrente. São discutidas implicações práticas para a alocação previdenciária, bem como limitações e cuidados quanto à composição setorial, em especial no segmento de Telecomunicações, que demanda rigor classificatório nas amostras. As evidências reforçam o papel da análise fundamentalista e da diversificação setorial na construção de carteiras previdenciárias eficientes.
